terça-feira, 17 de maio de 2011

Lilinha

Nos seios do “eu acho”.
Achei prosa boa,
 prosa barroca,
         prosa de Lilinha,
                   prosa calefática.
Neológica.

Mergulho no ciberespaço,
ao regresso da superfície da tela.
Nas águas de seus versos estou submerso
Emerso.
Torno-me asséptico de vãs palavras...
Vou-me eliliar de tudo isto.
Elucidar o inoxidável.
Regarei meus dias com belos textos, belas insígnias.
De frase em frase vou desbravando o mundo das palavras.
Frases tecidas, suas frases, emudecidas e projetadas.
Para o inatingível? Sim, muito além.
Um mergulho nos recônditos da alma [frase mariliana]

Marília,
Nome que diz tudo.
Nome de cidade, nome de santa.
Um pouco de muito.
Um tanto de Maria [nome sagrado]
Um pouco de mar,
Um tanto de família.

Perdoe-me o simplismo.
Não sou muito otimista.
Nem tampouco um artista,
Para tecer-te em versos.

Tiago Di Moura

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